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A mágica de burocratas, e a fila do INSS

Depois de muitas promessas descumpridas, o governo finalmente descobriu uma maneira de reduzir a fila dos segurados do INSS

A mágica de burocratas, e a fila do INSS

Depois de muitas promessas descumpridas, o governo finalmente descobriu uma maneira de reduzir a fila dos segurados do INSS. Pelo sistema atual, se um cidadão está na fila à espera de três decisões, contam-se três pedidos. Assim, a fila está em cerca de 2,5 milhões de processos.

Com a mudança, a conta poderá vir a ser feita a partir do CPF do segurado. Se ele tem três processos, contará como um só solicitante. Mágica de burocratas, até porque se ela reduzir a fila à metade, suas vítimas continuarão na casa do milhão.

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Custos médicos nos EUA O sistema de saúde dos Estados Unidos está bichado. Viva o SUS.

O New York Times mostrou que um médico com bases em Nova York e na Flórida anunciou procedimentos de redução dos seios por até 25 mil dólares, mas, valendo-se de buracos nas normas, chegou a cobrar 440 mil dólares pelo serviço. Poderia ser um ponto fora da curva, mas uma cirurgia de apendicite numa criança, sem qualquer intercorrência e menos de 24 horas de internação, custou 115 mil dólares. Nos dois casos, quem paga é o plano de saúde.

Lorota sobre o Irã Um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar. Em janeiro, o chefe do serviço secreto de Israel disse em Washington que na hipótese de uma guerra com os Estados Unidos, a oposição aos aiatolás derrubaria o regime. Mais de politica

A guerra vai para seu terceiro mês e o levante popular não se materializou. A Casa Branca gosta de ouvir o que lhe agrada. No dia , o presidente de Zâmbia, Kenneth Kaunda, foi a Washington e se reuniu com o presidente Gerald Ford. Leia também: Pesquisa mostra que 38,2% dos brasileiros se autocensuram em conversas

Kaunda disse-lhe que a situação de Angola estava encrencada e seus vizinhos, Zâmbia, Zaire, Tanzânia e Moçambique não aceitariam um governo do MPLA. Ford e Henry Kissinger acreditaram e se meteram no melê angolano. O Movimento Popular de Libertação de Angola expulsou as facções rivais de Luanda, arrastou as fichas, e em novembro tomou o poder.

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